quinta-feira, 26 de janeiro de 2017
Trinta anos da "viagem" de Teixeira
Conheci o Teixeira naquela época, e quando era prefeito de Manaus eu saí da cidade. Fui absorvido pela então bem calma e simples Porto Velho. Um dia, eu já morava aqui há mais de quatro anos, fui informado que o Teixeirão estava vindo para ser o governador, substituindo o também coronel da reserva do Exército Humberto da Silva Guedes.No dia em que Teixeira chegou coube a mim apresentar um ao outro - e há uma foto que já rodou o mundo em que estou entre os dois, debaixo da asa de um boeing da Cruzeiro do Sul, ao lado direito do Teixeira está o jornalista Josias de Macedo, atrás do Guedes estão o jornalista Edinho e o administrador do aeroporto Clóvis Rhor. Há muitos que afirmam que eu cheguei aqui para trabalhar com o Teixeira. Ledo engano. Quatro anos antes eu já havia "bebido" a água do Madeira. Eu trabalhava com os jornais Estado de São Paulo, depois com A Tribuna e, em 1979, já estava também no Alto Madeira.Sobre a diferença de estilo entre os dois últimos governadores do Território eu tenho uma opinião: Humberto Guedes pensava longe (ainda em 1975 ele disse a mim que Rondônia precisava passar a Estado e que o então Território há muito já havia ultrapassado todos limites daquela situação). Mas Guedes não era midiático, apesar do muito que fez, e que Teixeira deu sequência, com o adendo de Teixeirão ser midiático.E mal desembarcou do avião, ainda na pista do aeroporto, na condição ainda de governador indicado - ele tomaria posse mais de um mês depois, Teixeira definiu o seu "norte", ao dizer que viera "Com a missão de transformar Rondônia em Estado.Teixeira pode visitar todas as vilas, cidades, enfim viu o que queria ver e conheceu a estrutura que Guedes já havia "plantado". Pode voltar para onde veio, antes de assumir, com um diagnóstico avantajado da situação e do que iria encontrar.
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
CONTA GOTAS
24 de outubro de 2016
DE VOLTA
Pois é, estou aqui de novo. E reativando uma coluna, a Conta Gotas, que mantive durante algum tempo no jornal Alto Madeira, e que agora pretendo continuar por aqui. Vamos lá!
BOM PARA OS OUTROS
O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Maurão Carvalho, anunciou semana passada, segundo sua assessoria, que está dando uma contribuição da Assembleia Legislativa, em torno de 10 milhões de reais, para ajudar o Poder Executivo a resolver problema do vale transporte dos servidores do Governo.
DE OLHO EM 2018
Claro está que, em sendo nome sempre citado para disputar o governo em 2018, movimentos como tal só dão uma visão, o voto do funcionalismo para aquela eleição. Disso não se tenha dúvida.
NEM TANTO PARA OS "DE CASA"
Mas quem não gostou do gesto de altruísmo do presidente da Assembleia foram os funcionários estatutários da própria Assembleia, segundo os quais estariam com duas ações vencidas e esperando receber do próprio Poder Legislativo, mas que Maurão não mandou pagar.
LEMBRANDO
Se isso for verdade, faz lembrar episódio da década de 1970, quando uma senhora do alto staf do então governo chegou ao hospital São José querendo querendo que o médico atendesse um paciente que ela conduzia, deixando de lado 10 outros que esperavam na fila. Quando pressionado o médico respondeu que era muito bom "fazer caridade com o trabalho e o dinheiro dos outros".
24 de outubro de 2016
DE VOLTA
Pois é, estou aqui de novo. E reativando uma coluna, a Conta Gotas, que mantive durante algum tempo no jornal Alto Madeira, e que agora pretendo continuar por aqui. Vamos lá!
BOM PARA OS OUTROS
O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Maurão Carvalho, anunciou semana passada, segundo sua assessoria, que está dando uma contribuição da Assembleia Legislativa, em torno de 10 milhões de reais, para ajudar o Poder Executivo a resolver problema do vale transporte dos servidores do Governo.
DE OLHO EM 2018
Claro está que, em sendo nome sempre citado para disputar o governo em 2018, movimentos como tal só dão uma visão, o voto do funcionalismo para aquela eleição. Disso não se tenha dúvida.
NEM TANTO PARA OS "DE CASA"
Mas quem não gostou do gesto de altruísmo do presidente da Assembleia foram os funcionários estatutários da própria Assembleia, segundo os quais estariam com duas ações vencidas e esperando receber do próprio Poder Legislativo, mas que Maurão não mandou pagar.
LEMBRANDO
Se isso for verdade, faz lembrar episódio da década de 1970, quando uma senhora do alto staf do então governo chegou ao hospital São José querendo querendo que o médico atendesse um paciente que ela conduzia, deixando de lado 10 outros que esperavam na fila. Quando pressionado o médico respondeu que era muito bom "fazer caridade com o trabalho e o dinheiro dos outros".
quinta-feira, 27 de março de 2014
COISAS QUE ACONTECEM COM A GENTE -2
TORCENDO PELO INIMIGO?
Lúcio Albuquerque
1958 – Decisão da Copa do Mundo no Estádio Råsunda, em Estocolmo, contra os donos da casa, a Suécia. Em Porto
Velho, àquela altura, a luz era deficiente e a transmissão a partir do local do
jogo oscilava muito e algumas vezes o som chegava truncado ou falhava, como se alguém
estivesse subindo e descendo uma ladeira.
Djalma Santos, Zito, Belini, Nílton Santos, Orlando e Gilmar;
Garrincha, Didi, Pelé, Vaavá e Zagalo - massagista Mário Américo - Brasil, campeão de 1958
A Suécia vinha de um empate e duas vitórias magras na
primeira fase e daí em diante chegara à final. O Brasil vinha de um empate
(0x0) com a Inglaterra, 2x0 contra a União Soviética e 3x0 contra a Áustria. Na
semi-final a Suécia batera ninguém menos que a Alemanha, campeã de 1954 e o
Brasil goleara a França por 5x2.
Um grupo reuniu-se no clube Bancrevea (onde agora é o
colégio Classe A – centro) e apesar da partida ter sido pela manhã, a turma
começou a bebemorar. Começa o jogo, a voz do locutor vai e volta e de repente, “GOL”.
Lógico que o grupo começou a comemorar, até porque pipocaram alguns foguetes.
5 minutos depois chega um membro atrasado do grupo: “Vocês
estão bêbados. Comemorando o gol da Suécia?”.
A turma não soube o que explicar. Mas não precisava porque
em seguida o Brasil empatou e finalizou ganhando de 5x2.
Eu não estava lá, mas minha fonte estava, o escritor,
jornalista e professor Esron Penha de Menezes, que ria muito todas as vezes que
contava a “barrigada”.
sexta-feira, 21 de março de 2014
VÉUS FEITOS DE MÁRMORE
IMPRESSIONANTE! Você imagina que sejam três mulheres com véus diáfanos sobre os rostos.
Ledo engano.
Tratam-se esculturas, um trabalho impressionante feito como todas as outras esculturas, no caso em mármore. Imagine a técnica, o cuidado, a paciência e outros fatores para poder esculpir tanta beleza.
OUVINDO QUEM SABE PARA PODER MELHORAR
Um costume que não sei se praticam hoje, mas que usei muito nas vezes em que dirigi redação de jornal: convidar colegas para conversar com a equipe, aí no Alto Madeira, por vota do início da década de 1980. Da esquerda para a direita, Marcos Antero Sóter, Ciro Pinheiro, José Carlos Sá e eu, ainda com muito cabelo, ouvindo aulas do professor Luiz Rivoiro - então diretor da Rádio Eldorado.
Luiz Rivoiro já nos deixou, mas durante sua estada por aqui mostrou que conhecia do ramo, e não só de radialismo, mas também das entranhas do jornalismo.
segunda-feira, 17 de março de 2014
O DEPUTADO, O DEFUNTO E O POLICIAL
(Do livro "O Telefone de Deus", em fase de edição)
O deputado, representante
de importante município da zona central
do Estado na
legislatura 1987/1991 vai saindo da Assembleia e um
assessor chega correndo.
“Deputado, morreu o fulano, daquela família amiga sua em Cacoal. O corpo
está no
Hospital de Base e querem que leve para enterrar lá”.
O deputado foi ao
HB, mandou botar o corpo na caminhonete e seguiu pela BR-364.
Perto de Ariquemes foi
parado pela Polícia Rodoviária. O guarda disse que não podia
carregar o corpo ali, que tinha de ser em viatura própria, essas coisas.
Argumenta dali, explica dali, mas o rodoviário não se abala: “É a lei”.
Aí o
deputado manda que os guardas, se o corpo não pode ir, tirem do carro e
fiquem com ele.
Acabou a confusão: os guardas decidiram que o deputado
podia seguir em frente levando o corpo na caminhonete mesmo.
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
Jornal O Município 1915
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